Três razões para otimizar sua produção com filme stretch

30 de janeiro de 2026logistica-1.png

Quando o assunto é produção e logística, muita gente continua olhando o filme stretch apenas como um insumo obrigatório, aquele item que entra na planilha de custos e precisa estar sempre disponível no estoque. Mas a verdade é que o stretch certo, aplicado do jeito certo, pode mudar completamente o desempenho da sua operação, da paletização à entrega final.

Neste conteúdo, vamos mostrar por que otimizar o uso do filme stretch não é um luxo, e sim uma decisão estratégica. E, principalmente, como essa otimização pode gerar reflexos diretos em três frentes que todo gestor acompanha de perto: custo, proteção da carga e produtividade.

1. Redução de custos com consumo inteligente de filme

A primeira razão para olhar com mais atenção para o filme stretch é simples: você pode estar gastando mais do que precisa sem perceber.

Em muitas operações, a escolha do filme é feita no automático, baseada apenas em preço por rolo ou na gramatura que “sempre usamos”. O problema é que, quando você não relaciona tipo de filme, técnica de aplicação e tipo de carga, o resultado costuma ser um só: excesso de consumo.

Filmes mais espessos ou mal ajustados à aplicação podem parecer mais “robustos”, mas, na prática, exigem mais voltas, mais esforço do operador e muitas vezes não trazem o ganho proporcional de estabilidade. Em contrapartida, soluções como o filme stretch pré-estirado permitem trabalhar com menos material por palete, mantendo – e muitas vezes até melhorando – a retenção de carga.

O consumo inteligente começa quando você deixa de olhar apenas “quanto custa o rolo” e passa a olhar quanto custa o palete pronto. Isso envolve:

  • avaliar o filme adequado para o peso e o tipo de carga;
  • definir um padrão de voltas por tipo de produto;
  • testar opções que rendem mais por bobina, com melhor memória elástica;
  • medir o consumo antes e depois das mudanças.

Quando esse processo é feito com método, a otimização deixa de ser suposição e passa a ser número. A conta fica clara: menos quilos de filme por mês, menos descarte, menos tempo de aplicação. É aí que o filme stretch deixa de ser apenas um custo de linha e passa a ser um ponto de economia real na operação.

2. Mais proteção, menos avarias e retrabalho

A segunda razão para otimizar a produção com filme stretch está diretamente ligada à proteção da carga. Cada avaria representa muito mais do que um produto danificado: é retrabalho, é frete refeito, é insatisfação na ponta, é desgaste na relação com o cliente.

Um palete mal estabilizado, com filme inadequado ou aplicação irregular, pode “abrir” no transporte, sofrer deslocamentos, tombar ou expor embalagens a atritos desnecessários. Em muitos casos, o problema não está na estrada, e sim na forma como o produto foi embalado, compactado e protegido na origem.

A escolha do filme certo e a forma correta de aplicação ajudam a:

  • reduzir o movimento interno da carga, evitando choques entre caixas;
  • proteger contra poeira, umidade e sujeira, sobretudo em armazenagens mais longas;
  • diminuir riscos em cantos vivos, com filmes que oferecem boa resistência à perfuração;
  • manter a integridade visual dos produtos, o que é essencial em mercados mais sensíveis à aparência.

Ao otimizar a paletização com um stretch adequado, você está, na prática, protegendo o faturamento. Menos avaria significa menos produtos descartados, menos tempo gastos com conferência de devoluções, menos esforço da equipe para reorganizar o que deveria ter chegado certo na primeira tentativa.

Quando a embalagem cumpre bem seu papel, a percepção externa também muda. O cliente recebe um pedido estável, bem organizado, protegido e com aparência profissional. Isso reforça a imagem de uma empresa que cuida do que entrega e, consequentemente, eleva a credibilidade da sua marca.

3. Agilidade na paletização e na expedição, com mais produtividade

A terceira razão está ligada à velocidade da operação. Em um cenário em que prazos são cada vez mais apertados, qualquer ganho de tempo na paletização e na expedição se converte em produtividade.

Aqui, o filme stretch também é protagonista. A escolha do tipo de filme, aliada à técnica de aplicação correta, impacta diretamente no ritmo de trabalho. Bobinas mais leves, com melhor capacidade de estiramento e boa memória elástica, permitem que o operador envolva o palete com menos esforço e em menos voltas.

Além disso, quando você padroniza o processo – definindo, por exemplo, quantas voltas, em quais alturas e em que sequência – a paletização deixa de ser algo intuitivo e passa a seguir um padrão replicável, que facilita o treinamento de novos colaboradores e reduz a variabilidade entre turnos.

Essa agilidade aparece em vários pontos:

  • o tempo de preparação de cada palete diminui;
  • a equipe se cansa menos, o que tende a reduzir erros por fadiga;
  • o fluxo de expedição fica mais estável, com menos “engarrafamentos” na saída;
  • a conferência visual também fica mais simples quando há padrão na embalagem.

Quando somamos isso a uma boa organização de estoque e a um fluxo claro de entrada e saída, o filme stretch deixa de ser o “último passo da linha” e se torna parte de um sistema integrado de eficiência logística.

E por que fazer isso com um parceiro especializado?

Otimizar o uso do filme stretch não é apenas trocar um produto por outro. Envolve entender o perfil da sua carga, o volume movimentado, o tipo de armazenagem, o fluxo de expedição e até as condições de transporte.

É por isso que contar com um parceiro especializado faz diferença.

Na Luari, o trabalho é feito de forma consultiva: analisando consumo, avaliando a integridade das cargas, padronizando a aplicação e acompanhando os resultados ao longo do tempo. O foco é sempre o mesmo: reduzir custos, aumentar proteção e melhorar a produtividade, sem perder de vista a sustentabilidade e o bem-estar da equipe que está na operação.

Ao olhar para o filme stretch como um componente estratégico – e não como um simples material de consumo: você abre espaço para ganhos contínuos na sua produção e na sua logística.

Se a meta é ter uma operação mais eficiente, segura e previsível, vale a pena perguntar: o jeito que você usa filme stretch hoje está ajudando a chegar lá ou está te custando mais do que deveria?

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